Como se planejar para a aposentadoria

Como se planejar para a aposentadoria

Agora que você já sabe os motivos pelo qual se deve planejar a aposentadoria, vamos entender como colocar em prática essa ideia.

Primeiro você deve entender que quanto mais cedo iniciar esse projeto melhor. É difícil perceber que hoje estamos trabalhando, jovens e saudáveis mas que chegará um momento da vida em iremos envelhecer e cessar nosso trabalho. Porém, justamente por não pensarmos sobre esse assunto que muitos pessoas, ao chegarem na fase da aposentadoria, entram em depressão, ficam ociosos e desestimulados para desfrutar da vida. Então, para que isso não aconteça com você, tenha em mente dois pontos importantes:

  1. Autoconhecimento: É interessante que você saiba como será sua vida após a aposentadoria, quais projetos pretende desenvolver como, por exemplo, conhecer novos locais. Tendo em mente o que almeja para sua vida após a conclusão do seu trabalho laboral, fica mais fácil se organizar. Portanto, saia da inércia, imagine-se aposentado e concretizando atividades que antes não tinha tempo para fazer.
  2. Reflita até quando você quer trabalhar, o que precisa fazer para se aposentar na data prevista: a maioria das pessoas não se preocupa com o amanhã e acabam vivendo um dia após o outros. Esse é o maior erro para quem quer se aposentar de forma saudável e consciente, sem ser pego de “surpresa”.
  3. Estime quanto você precisará para colocar em prática seus projetos e quanto precisará juntar para ter uma aposentadoria tranquila;
  4. Faça reversas financeiras.

É preciso ter em que mente que deixar de contribuir para a Previdência Oficial é uma opção que praticamente não existe, tendo em vista que todos que trabalham e auferem renda devem recolher sua contribuição previdenciária.

Entretanto, você pode adotar medidas para não depender exclusivamente do INSS. São muitas a opções de investimentos. Algumas delas são:

  1. Plano de previdência privada: É um plano de previdência complementar, que você ser contratado diretamente com um agente financeiro autorizado. Todo esse setor é fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep)
  2. Tesouro direto: Nesta opção é como se você emprestasse dinheiro para o Governo Federal, que, em troca, te pagará juros por este empréstimo. A operação é realizada de forma simples por meio de uma Corretora de Valores autorizada pela BM&F Bovespa.
  3. Investimento em renda fixa: Essa alternativa ofereça inúmeras opções, como fundos de investimento de renda fixa, CDB, LCA, LCI e várias outras à sua escolha. Nesse tipo de investimento você termina perdendo parte da rentabilidade em razão da comodidade, em alguns casos pode contratar diretamente no banco, e também pela promessa de um retorno certo.
  4. Investimento em renda variável: Aqui também existem inúmeras alternativas, sendo as mais conhecidas a aplicação em Ações, em Fundos de Investimento de Renda Variável e em Fundos de Investimento Imobiliário.

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